6 de out de 2010

História do Surdo

A diretora Katia começou a sua palestra no tempo da Roma antiga, falando sobre as crianças que nasciam com alguma deficiência.

Ela nos contou que essas crianças não podiam frequentar locais que tinham as outras pessoas como locais públicos (praças, etc.) e até casa de parentes (tios, avós), pois eles achavam as crianças sem valor.
Essas crianças sofriam muito preconceito por serem deficientes. Soube também que até em escolas essas crianças não podiam ir.
Depois nos contou que em outra época, famílias ricas tinham grandes mansões e tudo mais. Quando essas famílias tinham que casar seus filhos, procuravam primos, tios e até irmãos para se casarem porque não queriam dividir sua herança, seu dinheiro com outras famílias.
Isso gerava um sério problema, pois quando tinham filhos, eles muitas vezes nasciam surdos, cegos ou com alguma deficiência por serem da mesma família.
A Igreja Católica teve grande influência neste momento. Existia um convento onde os monges enclausurados que fizeram votos de silêncio (para não ensinarem aos outros o que tinham aprendido nos livros) se comunicavam por sinais.
E foi aí que teve início a linguagem de sinais. Foi quando o francês Hernest Huet pediu a Dom Pedro II um prédio para fundar uma escola, o Instituto dos Surdos - INES. Ele tinha muito interesse em ajudar porque seu neto, filho da princesa Isabel nasceu surdo.
Em Milão houve um congresso com votação para ver qual a linguagem seria ensinada, oral ou sinais. Uma pessoa com deficiência auditiva foi a esse congresso e simplesmente mandaram-na embora.
Pois ela não poderia votar por ser surda. Todos os médicos presentes não aceitaram a língua de sinais. O fim dessa história só foi possível em 24 de abril de 2002, quando foi legalizada a LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais).
Fiquei muito feliz por esta palestra!

- Caroline Kunde - 5º ano A

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